A eternidade de cada texto ou até um livro, é a sequente futura ação do escritor que abriu o cenário com apenas uma letra. Por isso vos digo que a minha vida era um Livro aberto com as folhas soltas ao vento. De súbito, e não mais que de repente, aos 25 anos de idade, veio um tufão chamado Descolonização!... (Silvino Dos Santos Potêncio)
CapaCapa
TextosTextos
ÁudiosÁudios
E-booksE-books
FotosFotos
PerfilPerfil
Livros à VendaLivros à Venda
Livro de VisitasLivro de Visitas
LinksLinks
Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
Textos




Um Poema à Prima Vera


De: Silvino Potêncio - Em homenagem à Amiga Leitora Poetisa Vera Pessoa, deixo-vos aqui um poema de minha autoria:

... Um poema à Prima Vera!!!  
 
Há vários anos atrás,
Ela nasceu lá em Goiás...
Esta leitora tão meiga,
- que é como pão com manteiga,
Que alimenta o coração de mim!...
Vai ela até dizer; tá bãon!... eu sou o fim! 
 
Há vários anos atrás,
Ela nasceu lá em Goiás...
Esta Senhora tão linda,
- que até me escreve em carta vinda,   
Por meio desta incerteza e assim!,...
Vai ela até dizer;
-que beleza!... eu estou afim!
 
Depois de muita hesitação,
De lá ela veio para o chão...
Deste luso solo pátrio,
- que vai da sala até ao átrio,
Da nossa língua sem fim!,...
Vai ela até dizer; eu escrevo as cores do seu jardim!
 
Agora que a descobri,
Foi quando a história dela eu li...
Aqui neste imenso portal,
- onde se fala do meu Portugal,
Que eu amo além de mim!,...
Vai ela até dizer; que sou o princípio do fim!

 Á beira mar foi plantado,
- mas não está mais ao meu lado!...
Porque o seu tempo passou,
- e a quem muito ela amou,   
Era seu, mais que de mim!,...
Seu grande amigo, seu AVÔ, seu amor até ao fim!

Desde os tempos daquela era,
- as flores da Prima Vera...
Me lembram o seu sorriso,
- que até ao dente do siso,
Eu tive que arrancar de mim!,...
Ela vai até dizer;  que esta dor não sai, não,... enfim!
 
Lá pela grande capital,
Onde andou o meu ancestral...
Que do tempo já se me esquece,
- há quanto tempo ele fenece,
Mas não esqueço de mim!,...
Vai ela até dizer; o meu AVÔ ???... também ele era assim!
 
Autor: Silvino Potêncio - Fev/2008

(Poema em homenagem a uma Leitora Virtual de Goiás, de nome Vera Pessoa... que me postou mensagem a respeito da sua ascendência Lusitana através do seu Avô)
Nota do Autor: O meu Avô Paterno Josè Augusto Potêncio emigrou para o Brasil no início do Século passado. Viveu muitos anos em São Paulo - Vila São José - Faleceu em Portugal no inicio dos anos 50... caso alguém tenha noticia deste sobrenome me mande mensagem  por email ou deixe recado aqui no Livro de Visitas. Obrigado
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 05/11/2010
Alterado em 05/11/2018
Copyright © 2010. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.


Comentários