Se recordar é viver, então recordemos! --- Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores tristes de um passado já distante!
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Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
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Não Chorem pelo meu Fado!... este era na verdade o nome original desta Glosa, porém devido aos ultimos esforços feitos para pagarmos  as reformas e subsídios dos politicos que temos, eu resolvi mudar apenas uma palavra "reformado" em vez de retornado!...

​Portanto aqui vai a minha Ode ao Politico Reformado!



De: Silvino Potêncio,
Uma das formas pelas quais o ser humano procura de alguma maneira liberar-se de pressões externas, ou de regras que lhe são impostas para viver em sociedade não livre, é a ironia, a sátira, a firula, o chiste a anedota são moeda corrente também na glosação de outras criações extemporâneas! ... É a critica direta ou indireta daqueles que exercem tal pressão sobre as massas menos favorecidas. E quando a ironia vem a público, ela se veste de aspetos humorísticos, de fantazias harmoniosas... porém diferenciadas dos seus originais. A glosa literária, seja em verso seja em prosa é uma matéria prima da qual poucos autores se podem abstrair e, nós não fugimos à regra!
Assim, tal como já vos havíamos dito em outro trecho desta nossa página virtual, aqui vos deixamos mais alguns versos que, se interpretados no Palco da Vida, deveriam ser sempre na figura do Ti Silvêncio Retornado... iiii aatão lá bai...
(Em homenagem ao Grande Fadista FRei Dom Hermano da Câmara - Data Vênia)
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Uma ode ao Politico Retornado…

Ser politico foi meu sonho!…
Mas não foi este o meu fado.
- Manobrei outro caminho, subi bem devagarinho,
Tornei-me um simples Retornado!!!

Não chorem pelo meu regresso!…
Sou feliz e bem contente.
- Sou igual a tanta gente, que ainda vota na frente,
Da urna do Consolado!!!

A todos eu também peço!…
Um pouco de honestidade.
- Vejam bem o meu partido, já foi muito dividido,
Mas agora está falido!!!… práticamente quebraaaaaado!!!.

Na emigração sou votado!…
E tenho lá bons compinchas.
- Depois de subir ao trono, a loja fica sem dono,
E fazemos muitas pechinchas!!!

(REFRÃO!!!)

Não chorem pelo meu fado!…
Sou a salvação do meu povo.
Votem em mim, Retornado… e vamos cantar de novo!
- Ir ós do maaaaaaaaar…. Ná são balentiiiiii…..moral…
Alubantai oige de nobo, o cheque do Pai-Na-tal,
(Assembleia da Répùblica) – À MÃE!!!

Autor: Silvêncio Retornado
(in: http://zebico.blog.com )
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 10/11/2010
Alterado em 22/01/2016
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