O tempo é ouro!... e por isso eu agradeço a todos, Amigos e Leitores, por dividirem o vosso aqui comigo. E acrescento um pensamento do meu Livro - O ouro é como o amor; mata quem o guarda e vivifica quem o dá. (Gibran Khalil Gibran)
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Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
Textos


                 
          Poema de Abertura: Quem sou eu!? 
 

Eu sou!?...
Eu sou aquilo que sou,
E não aquele que querem que eu seja!
Não me importa o ângulo por onde me veja...
Foi Deus que disse; assim seja.

Eu sou aquilo que sou,
Aquilo que ninguém me fez ser...
Eu sou aquilo que sou e serei até morrer!
Foi Deus que disse; é este o Meu Querer.

Não quero ser outro qualquer,
Nem me façam ser de outro jeito...
Porque eu sou assim cá dentro do peito!
Foi Deus que disse; está feito.


Na alma e no coração...
Eu sou aquilo que eu sou,
- E disso eu não abro mão, e está encerrada a questão!
Foi Deus que disse; é este o teu condão.

Eu sou aquilo que eu sou,
Enquanto o meu ser me sustenta,
Este corpo de cor incolor quase isenta...
Foi Deus que o disse; quando me deu água benta.

 
Transparente a todos vós,
Trago genes dos meus avós,
Que já passei aos meus filhos,
Foi Deus que disse; aqui tens os teus cadilhos.

- Iguais serão os meus Netos!
Que vão em busca dos trilhos,
Que vivem o seu teorema,
A quem deixo este poema,
E... em herança dos meus afetos.


Eu sou aquilo que sou...
E não aquilo que fui, nem aquilo que eu quis ser.
Já esqueci o passado sou só eu aqui ao meu lado!
Foi Deus que me fez assim moldado.

 
(in: Eu, O Pensamento, a Rima!...)

Autor: Silvino Potêncio – Luanda/1972   

 
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 29/10/2011
Alterado em 19/06/2015
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