A eternidade de cada texto ou até um livro, é a sequente futura ação do escritor que abriu o cenário com apenas uma letra. Por isso vos digo que a minha vida era um Livro aberto com as folhas soltas ao vento. De súbito, e não mais que de repente, aos 25 anos de idade, veio um tufão chamado Descolonização!... (Silvino Dos Santos Potêncio)
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Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
Textos





A minha Mãe que Deus já lá tem... 
(UM POEMA EM MIRANDÊS) 

La Mie Mai!!!
Que Dius me lebou i yá alhá ten,
Era guapa cumo eilha solo...
 Que pena tengo de ls mius filhos,
 - que Nun conhecírun la Abó!
 
Ne ls dies qu'hoije passan!!!
 Nunca passa nin un solo...
Que you nun me lembre deilha.
 I por esso digo als mius filhos,
- qu'eilha era la mais guapa!
 
La Mie Mai!!!
 Que de mi ELE lebou, yá se fui!
 Mas me deixou ls mius filhos,
La quien you digo to die,
- l quanto la suidade me doi!

Ye Die de las Mais... Dius,... oura biba!
 Bamos pus anton comemorar...
Á Mie Mai i a la tua, a todas que ne ls dórun la bida,
Por esso digo als mius filhos,
- l quanto eilha bibeu para amar!

L Amor de Mai nun se piede...
Nun se ganha, nun se cumpra, nin se amplora.
 L'amor de mai somos nós mesmos,
I anquanto rimos, eilha tantas bezes chora!

Ah, Mie Mai, Mie Mai!!!...
Que you chorei de delor quando la perdi.
Eilha subiu,... fui-se ambora an tiempo ancierto...
 I zde anton you nunca mais la bi!
 
Mas sinto eiqui ne l miu peito,
Esta delor desta suidade,
 Esta Ánsia d'a ber... eiqui bien acerca...
D'a lembrar por to a mie eiternidade!
 A ti, Mie Mai, you amo de peito abierto!!!

Outor: Silbino Poténcio
MAIO/2011 (In: POESIAS SOLTAS)

VERSÃO ORIGINAL EM PORTUGUÊS:
De: Silvino Potencio   >>> O Amor da Minha Mãe!!!
 
A Minha Mãe!!!
Que Deus me levou e já lá tem,

Era linda como ela só...
Que pena tenho dos meus filhos,
- que Não conheceram a Avó!
 
Nos dias que hoje passam!!!
Nunca passa nem um só...
Que eu não me lembre dela.
E por isso digo aos meus filhos,
- que ela era a mais bela!
 
A Minha Mãe!!!
Que de mim ELE levou, já se foi!
Mas me deixou os meus filhos,
A quem eu digo todo dia,
- o quanto a saudade me doi!
 
É Dia das Mães... Deus,... ora viva!
Vamos pois então comemorar...
Á Minha Mãe e à tua, a todas que nos deram a vida,
Por isso digo aos meus filhos,

- o quanto ela viveu para amar!
 
O Amor de Mãe não se pede...
Não se ganha, não se compra, nem se implora.
O amor de mãe somos nós mesmos,
E enquanto rimos, ela tantas vezes chora!
 
Ah, Minha Mãe, Minha Mãe!!!...
Que eu chorei de dor quando a perdi.

Ela subiu,... foi-se embora em tempo incerto...
E desde então eu nunca mais a vi!
 
Mas sinto aqui no meu peito,
Esta dor desta saudade,
Esta Ânsia de a ver... aqui bem perto...
De a lembrar por toda a minha eternidade!
A ti, Minha Mãe, eu amo de peito aberto!!!
 
Autor: Silvino Potêncio
MAIO/2011    (In: POESIAS SOLTAS)

 

Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 26/06/2012
Alterado em 01/05/2016
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