A eternidade de cada texto ou até um livro, é a sequente futura ação do escritor que abriu o cenário com apenas uma letra. Por isso vos digo que a minha vida era um Livro aberto com as folhas soltas ao vento. De súbito, e não mais que de repente, aos 25 anos de idade, veio um tufão chamado Descolonização!... (Silvino Dos Santos Potêncio)
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Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
Textos




"Ali na beira da Praia"  é um poema meu dedicado às praias de Natal... cidade que me acolheu em uma época cheia de dificuldades pessoais mas que com a ajuda de Amigos e a Graça de Deus! ... eu consegui superar até quando ELE quisér!
​O poema original completo foi assim:
 
De: Silvino Potêncio   Ali... na beira da praia!...
 
- Ali na beira da praia,
...onde a onda se desmaia!...
Falente de emoção,
- como a cantar a canção,...
Da Lua... que lá do alto,
- gira-mundo em sobressalto!
Dia e noite sem cansaço,...Ela se deita naquele regaço!!!...
 
Da praia que me faz saudade,
Dos tempos da tenra idade...
Onde o amor não tem preço,
Nem sequer a cor eu conheço!
 
Das nuvens que ali me cobrem, de beijos...
Ali na beira da praia... Eu mereço!!!...
Que até, de mim mesmo eu esqueço!
Do Sol da cidade escaldante, em desejos...
E da tua silhueta sem turbante,...
Vai fundo, que eu sou teu amante!...

 
Ali na beira da praia,...
É onde a areia se aquece!...
- Onde a memória me enriquece,
Por dentro este baú de saudade.
Do tempo da tenra idade,
Em que tudo era vontade,
De amar!... de cantar!,... de espraiar...
Os sonhos do meu olhar!

 
Este calor de “ófurô”,
Que aflora e diz ser o teu amor,
Que se esvai, e que se apaga...
Ali nas ondas do teu estertor!
 

Ali na beira da praia,
-onde a onda se desfolha...
Se enrola... e se desdobra,
Tal qual languidez feito cobra,
Por entre os poros e pêlos,
Que te cobrem todos os zelos!...
 - Que me chegam de cá de dentro,
Do peito, e da minha obra!.

Qual morada da Sereia que ali,...

- Ali na beira da praia,...
​É onde a onda se desmaia...

Meu Castelo de Areia eu levantei, em pensamento,
- É... onde eu vivo este momento!
 (IN: “Poesias Soltas”)
Autor: Silvino Potêncio – Natal/1980
 
Original Publicado em:
http://www.silvinopotencio.net/visualizar.php?idt=4924149


 
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 20/09/2012
Alterado em 20/03/2016
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