As Rimas do meu versejar são veredas por onde vagueia a esmo a poesia, sem rumo, sem norte, cujo azimute é apenas um mote! (Silvino Potêncio)
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Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
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Extraído do meu Livro Poemas de Angola - Eu, O Pensamento, a Rima!...

<< ... Castelos de Nuvens !... >> (12)

Com pedras mil...com tanta saudade
E tantas Infinitas cartas, em borbotões.
Eu fiz mil Ligações de amizade,
Levantei Castelos frágeis de ilusões...
Construídos ao acaso,... em ócios de tenra idade!

Todos foram destruídos pela amargura...
Pelas faltas de carinhos, embora tamaninos.
Por todas as coisas da vida, assim tão colorida.
Dorida dos muitos golpes, tão sofrida...
Fustigada pelos ventos, sem alentos.
Cravados de tantos espinhos,
- que de morte todos eram tão ferinos!...

Tocados por mãos de ninguém,
Vão caindo lentamente...
Como alvo véu flutuante,
Vogando ao sabor da corrente!...
Mas há um momento real,
E... eles caem bruscamente!... em mim, num repente.

Então, eu sinto prazer enlevado,
Quando os vejo lá do céu!...
Imagens me veem à mente,
Que longe andava ocupada (um tudo nada)...
Pensando fico ao seu lado
- P’ra reviver quem morreu!
(IN:EU,O PENSAMENTO, A RIMA!...Silvino Potêncio/Luanda 1971)
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 18/04/2013
Alterado em 16/06/2015
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