A eternidade de cada texto ou até um livro, é a sequente futura ação do escritor que abriu o cenário com apenas uma letra. Por isso vos digo que a minha vida era um Livro aberto com as folhas soltas ao vento. De súbito, e não mais que de repente, aos 25 anos de idade, veio um tufão chamado Descolonização!... (Silvino Dos Santos Potêncio)
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Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
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POEMAS DE ANGOLA - PÁGINA 41 - Inédito do Livro "Eu, O Pensamento, a Rima!...."


Eu sei!...

 
 EU SEI!...   (Poema numero 016)
 
Eu sei que jamais esqueci! 
 Eu sei que não quero olvidar.
  Eu sei que em Luanda vivi,
   Eu sei que a hei-de lembrar!
                            
Eu sei que estás mais erudita,
 Eu sei que também me ensinaste.
  Eu sei que em Luanda há Rebita,
   Eu sei que  em beleza ganhaste!
                             
Eu sei o que fostes p'ra mim,
 Eu sei o que me podes fazer!
  Eu sei que quando chegar ao fim,
   Eu sei que voltarei para te ver!
                            
Eu sei que já estou caminhando,
 Eu sei que vou ter de escrever-te.
  Eu sei partir!... mesmo chorando. 

    ... Pois eu sei quão difícil é esquecer-te!
(in: Eu,O Pensamento,A Rima! Luanda / Anos 70)
 
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 17/02/2015
Alterado em 27/11/2019
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