O tempo é ouro!... e por isso eu agradeço a todos, Amigos e Leitores, por dividirem o vosso aqui comigo. E acrescento um pensamento do meu Livro - O ouro é como o amor; mata quem o guarda e vivifica quem o dá. (Gibran Khalil Gibran)
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Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
Textos



De: Silvino Potêncio...  ® Os Gambuzinos (299)  Os Caminhos da Literatura “Luz & Tana” do Século Vinte.. buscar para irmos para o meio do nada que nos resta depois da partida final!...  
 
“ Antes de analizar qualquer situação estranha aos nossos princípios morais ou materiais, é necessário ver o contexto do problema. O ser humano traz sempre no seu gene a intenção de se tornar superior a outros que o rodeiam” (SILVINO POTENCIO )
 
Ainda a  M.E.R.D.A.  do acordo Ortográfico (leia-se: Muitos Escritores Realmente Declinaram Adesão) traz-nos aqui inspiração para mais uma “Catramonzelada Literária” cuja autoria eu já reeinvindico há c’anos!?...
Em conversa com Amigos Escritores alguns anos atrás, sobre este tema, eu cheguei à conclusão que este mútuo descontentamento literário vai cheirar mal por muitos e muitos anos e a razão principal está na origem de todas as palavras, desde o Latin ao Grego... do Galaico-Duriense ao Mirandês,  e deste ao Português do Brasil, o de Angola, o de Cabo Verde, Guiné-Bissau e até o da Guiné Conakry, tal como  Português de Moçambique, o de Timor e Macau, ou da  India... para não mencionar a longínqua Taprobana ou as Filipinas, além do Japão.
Dizia eu que,  nessas conversas por correspondência, eu acabei por escolher um esteriotipo próprio para a minha verve onde eu escrevo “acordado” mas sempre com as palavras aprendidas e apreendidas desde a infância. Parece um paradoxo, mas não é!... Isto porque primeiro aprendemos a falar e usar a lingua, depois aprendemos a ler e por último se aprende a escrever.
Eu mesmo tenho por norma o preceito de que; “não é Escritor quem quer, e muitos o são sem querer”!  Enfim... adiante.
Depois que se aprende a ler e escrever, vamos então decompor a origem das palavras em Português tal e qual se fala, se escreve, etc e tal e coisa... E é nesta coisa de decompor as palavras que a lingua começa a cheirar mal porque segundo as leis da quimica, em toda a decomposição da matéria dela, da tal fétida e fedorenta decomposição, dela se exalam os gases e estes – na sua maioria - lançam mau cheiro. Passe embora a recente descoberta (salvo erro por cientista Alemão; de que o cheiro de gases humanos por exemplo, faz bem à saúde!).  
Isto me traz à lembrança uma crônica minha já antiga sobre o nosso Primeiro (e único) Prémio Nobel da Medicina,  atribuído ao Médico de Coimbra Dr.  Egas Moniz, um Cientista Luz & Tano (aqui está a minha primeira decomposição nesta crônica: Luz & Tana é a decomposição da palavra Lusitana  pelo meu diccionário “dois em um"!).  
 
De volta ao meu velho estilo literário e do vicioso ciclo de,  sempre decompor as palavras para as escrever “acordado”  - Abro aqui mais um parentisis para explicar que eu não sou espírita e por isso não sei escrever a dormir!, por isso só escrevo acordado! - Porém não significa que eu esteja de acordo com a M.E.R.D.A. da decomposição!...
Repito: Muitos Escritores Realmente Declinaram Adesão ao acordo, contudo não significa que não saibam decompor, compor, escrever, editar, publicar e divulgar toda esta riqueza que é a Lingua de todos nós usuários do Português,  seja Oficial, Sargento ou Praça! ...
(passe embora o trocadilho, que é uma outra característica minha... ou devo escrever aqui characteristica?... talvez\ para economizar eu escreva sómente karateristica?...o kara ter sei lá o quê!?)

Agora “de volta ao rêgo” da minha lavra em Lingua Portuguesa, e depois de muita insistência, eu vos trago aqui algumas das minhas decomposições tipo hilárico pois, sabemos todos  que a inteligência de cada um se manifesta e deposita num canto especial do baú da massa cinzenta de acordo com o Humor que damos às palavras, sejam elas escritas, faladas, declamadas, decantadas ou não!
Seguem-se apenas alguns exemplos flagrados virtualmente nas horas de folga para o meu dicionário de “Catramonzelada Literárias” que eu utilizo muito amiúde aqui nestas teorias que tal como eu já decompus lá em cima neste texto. Elas servem para levar aos Leitores mais alguns momentos de bom humor, boa disposição e sobretudo a minha modesta contribuição ao entendimento global e genérico desta eterna dicotomia – devo escrever acordado porém em desacordo!?... iiii aatão lá bai:
Contribuir!... significa ir a algum lugar com a Tribo.
Expedidor! ... é tão só um sujeito que não pede mais. Ou se preferirem a explicação mais popular ele não é mais “esmoler” – aquele que pedia esmola.
Luz Solar!... é um conjunto de duas palavras muito usadas pela tecnologia moderna na fabricação de calçados. Quem ainda não viu uns sapatos com uma luzinha por baixo, na sola do sapato ou do Ténis?... São muito utilizados pelos atletas nocturnos para sinalizar quem vem atrás.
Cleptomaniaco! ...  trata-se de um termo usado pelos adeptos do famoso guitarrista  Eric Clapton. Mas também há algumas pessoas que vão mais longe,  e atribuem isto ao Imperador Marco António que se apaixonou pela Cleoptra lá do Egito... opa!... Naquele tempo ainda se escrevia Egipto!
Aspirado!... é uma carta do baralho muito usada pelos jogadores de “poker”. Todo jogador diz que o Ás tá pirado quando sai da mão dele e vai para o vizinho do lado. Todavia por causa da recente investida da Lingua Mandar in sobre a Lingua Portuguesa convencionou-se chamar o aspirador de apenas Limpópó... segundo as contas oficiais no dicionário da M.E.R.D.A.  caseira.
Enfim, existe uma riqueza tão grande na nossa lingua que, os muitos exemplos são intermináveis (ou inacabáveis, para usar termos mais politicamente (in)correctos). Até mesmo algumas palavras de uma só letra podem ser decompostas ... Eficiência!... é o estudo científico da letra EFE!
- E temos também o uso de conversões sintaxianas de ordem fonético-filológica-semântica que,  estas sim!... são as tais palavras de “sete-e-quinhentos” como se dizia antigamente. Uma “conversão” é  sem sombra de dúvida uma conversa muito longa, mas a minha preferida de hoje nesta crônica é a de número grande – um autêntico palavrão... “duo+centésima+nonagésima+nona”!
Vamos decompor: duo – aqui tem um erro crasso porque fui eu sózinho que escrevi, logo não posso dizer duo. Centésima dá a ideia de minúscula... ora isto já tem quatro páginas, como é que é minúscula caragoooo!? Nonagésima em Italiano significa Avó Gésima, portanto não a podemos utilizar porque aqui não tem nenhuma “nona” o nome correto em Português do PT (não confundir com a telefônica nem com o Partido PT) – esta é a crònica de número “duzentos e noventa e nove”! só isso.
Boa Leitura e até à próxima.
Silvino Potêncio
Emigrante Transmontano em Natal/Brasil
www.silvinopotencio.net
Original Publicado no Blog: “os gambuzinos”
 
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 20/05/2015
Alterado em 20/05/2015
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