O tempo é ouro!... e por isso eu agradeço a todos, Amigos e Leitores, por dividirem o vosso aqui comigo. E acrescento um pensamento do meu Livro - O ouro é como o amor; mata quem o guarda e vivifica quem o dá. (Gibran Khalil Gibran)
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Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
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O Livro Vermelho dos Cábulas...

“O Livro Vermelho dos Cábulas “ da Autoria do Professor Jean-Charles (só isso Jean-Charles)   que em Francês se  traduz por  “LA FOIRE AUX CANCRES  CONTINUE” me foi oferecido logo após a sua Edição (por volta de 1968/69) pelo Amigo Dr António Caleya Dias Freitas a quem deixo aqui o Meu Fraterno Abraço.
Vem- me isto a propósito porque foi uma das obras que mais me inspirou para escrever as Minhas Catramonzeldadas Literárias e porquê?...
Principalmente  porque,  neste Livro,  com cerca de 210 páginas,  se reunem as respostas mais estapafúrdias dadas por alunos em prova, nos muitos niveis do ensino naquela época... E a pergunta que não quer calar: 
​-  se fosse hoje,  acho que seriam necessários vários computadores em rede para cadastrar as “bacoradas” que certos alunos deixam nas folhas de papel de prova!
Apenas para vos dar um exemplo: -  perguntou-se ao aluno sobre os “Sentidos” e ele respondeu com toda a convicção!...
- Existem Sete:  o sentido do ouvido, o sentido do odor, o sentido da vista, o sentido do gosto, o sentido do tacto, o sentido de orientação e o sentido proibido!...
Depois de mais um dia de campanha para as  eleições que aí estão em curso, eu creio que o Aluno iria acrescentar mais uns quantos sentidos!... dos quais o mais importante seria talvez  o "sentido da idiotice”!!! Sentido este que está parafraseado também na última página do Livro deste Professor Francês: 
- darei as aulas do mesmo modo, salvo que não serão iguais!
- E eu acrescento... É verdade que nada é igual, mas tudo ficou quase como dantes ... Até quando ?
Entretanto na minha condição de escritor (amador - confesso!...) eu penso que seja da minha obrigação esclarecer aqui aos leitores interessados o meu "sentido" de orientação literária já que muitos dos meus escritos primam pelo uso  ( me desculpem ) e excessivo abuso de sátiras, trocadilhos, corruptelas, farpas, cábulas, ironias e tantos outros verbetes onde nem sempre é fácil entender o sentido do humor que prentendo imprimir a muitas das minhas crônicas.
Principalmente aquelas escritas no sentido critico e na sincera intenção de apenas distrair o leitor que anda cada vez mais arredio da leitura tradicional.
Eu aprendi que;  para escrever, bem ou mal... primeiro é absolutamente indispensável aprender a ler e por à prova o conhecimento próprio apreendido de tais leituras. E, sempre lembrando que é necessário saber discernir o que é certo do que é errado, até mesmo para se escrever uma boa piada.
Todavia eu faço desde já um alerta; não tragam gramática para a minha prova escrita porque isto é apenas um ensaio fonético para vos convidar para mais uma visita à minha página literária.
Muito Obrigado e boa leitura - recebam pois um forte e fraterno abraço em nome da Lusofonia... tudo pela boa Lingua Portuguesa, nada contra a humanidade...
Silvino Potêncio
Emigrante Transmontano em Natal-Brasil ​​​ ​

 
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 04/10/2015
Alterado em 20/01/2016
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