A eternidade de cada texto ou até um livro, é a sequente futura ação do escritor que abriu o cenário com apenas uma letra. (Silvino Potêncio)
Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
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... Lá no lugar do “Musiado” situado na saída da Aldeia na estrada que vai para Bornes,  a estrada asfaltada tinha uma baixa na recta e que, sem neve não causava qualquer problema aos carros que por lá passavam, mas com neve a coisa era bem diferente.
- me lembro que naquele tempo de inverno, e quando caía neve em abundância, os carros vindos de qualquer sentido, norte ou sul, mas principalmente os que vinham de baixo da Ladeira do Cansa-Burros, eles faziam a curva que ocultava a baixa que tinha no asfalto, em frente ao campo da bola, e ali se atolavam na neve!
Isto acontecia porque, na entrada da recta o nível da berma da estrada enganava os condutores, que se orientavam pela copa das giestas da valeta, e... como era tudo em linha recta, eles aceleravam. - Quanto mais aceleravam maior era o mergulho na camada de neve acumulada durante a noite em cima do alcatrão!,... mas já perto dos castanheiros que havia ali dos dois lados da estrada a baixa na estrada era mais funda e prontos,  alguns lá ficavam à espera que alguém fosse lá ajudar... e a malta nova ia.  
- Depois de os desatolarmos, e empurrar-lhes o carro para fora da zona de perigo, nós (geralmente só a malta nova ia lá ajudar) voltávamos lá, e  colocávamos a neve de novo no mesmo lugar, para que o próximo carro que viesse se enterrar lá de novo... e assim os condutores pudessem, ou tivessem que nos repetir a gorjeta por os termos ajudado a sair de lá...

Nota do Autor ; estas lembranças remontam aos anos 50 e 60 do Século XX.

 
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 20/01/2017
Alterado em 20/01/2017

Música: Valsa da Meia Noite Acordeão - Desconhecido

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