A índole de cada um de nós (BOA OU MÁ) já vem no sangue. O ambiente onde se vive, é a moldura que os homens lhe fazem ao longo do tempo! (Silvino Potêncio)
Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
O tempo é ouro!... eu agradeço a todos por o dividirem aqui comigo! (Silvino Potêncio)
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Dignifiquemos Portugal – A Delação!
 
Um Soneto do Escritor José Verdasca  - Contado  Por:  Silvino  Potêncio, Emigrante Transmontano em Natal/Brasil desde 1979
 
Em aditamento ao soneto expresso aqui embaixo, escrito pelo Amigo José Verdasca, eu gostaria de destacar aqui também um outro pequeno texto que me foi enviado na mesma época (2007) pelo Amigo Escritor Pesquisador Literário Dr Carlos Leite Ribeiro, Mentor do Portal CEN (Cá Estamos Nós ) do qual eu faço parte há vários anos,   e...  vem-me  isto a propósito dos meus estudos no Colégio em Macedo de Cavaleiros, nos idos anos da década de “60” que eu costumo glosar como forma coloquial nos meus trocadilhos literários!... então;  "se senta" ... aí,  para assistirmos ao ocaso do acaso do falecimento do Estado Novo,  que morreu de Velho!
 
O EXTERNATO "TRINDADE COELHO" Foi o Colégio onde eu estudei por apenas 2 anos em  MACEDO DE CAVALEIROS, com bolsa de Estudo do então Director Dr Lima natural da Aldeia da Cardanha – Torre de Moncorvo. 
 
Início de citação:
TRINDADE COELHO – A Sua obra literária:
"Os Meus Amores", de 1891; "In Illo Tempore", 1902; "Autobiografia e Cartas", 1910; Manual Político do Cidadão Português" e "Dezoito Anos em África", 1998; "Cartilha do Povo"; "ABC do Povo", etc. Deixou igualmente inúmeras obras técnicas de Direito.
"Os Meus Amores"
(pequeno excerto do texto)
Parábola dos sete vimes
          " Era uma vez um pai que tinha sete filhos. Quando estava para morrer, chamou-os todos sete e disse-lhes assim:
          - Filhos, já sei que não posso durar muito; mas antes de morrer, quero que cada um de vós me vá buscar um vime seco, e mo traga aqui.
          - Eu também? - perguntou o mais pequeno, que tinha só 4 anos. O mais velho tinha 25, e era um rapaz muito reforçado e o mais valente da freguesia.
- Tu também - respondeu o pai ao mais pequeno.
          Saíram os sete filhos; e daí a pouco tornaram a voltar, trazendo cada um seu vime seco.
          O pai pegou no vime que trouxe o filho mais velho e entregou-o ao mais novinho, dizendo:
          - Parte esse vime.
          O pequeno partiu o vime, e não lhe custou nada a partir.
          Depois o pai entregou ao mesmo filho mais novo, e disse-lhe:
          - Agora parte também esse.
          O pequeno partiu-o; e partiu, um a um, todos os outros, que o pai lhe foi entregando, e não lhe custou nada parti-los todos.
 Partido o último, o pai disse outra vez aos filhos:
          - Agora ide por outro vime e trazei-mo.
          Os filhos tornaram a sair, e daí a pouco estavam outra vez ao pé do pai, cada um com seu vime.
- Agora dai-mos cá - disse o pai.
          E dos vimes todos fez um feixe, atando-os com um vincelho.
E voltando-se para o filho mais velho, disse-lhe assim:
          - Toma este feixe! Parte-o!
          O filho empregou quanta força tinha, mas não foi capaz de partir o feixe.
          - Não podes? - perguntou ele ao filho.
          - Não, meu pai, não posso.
          - E algum de vós é capaz de o partir? Experimentai.
          - Não foi nenhum capaz de o partir?, nem dois juntos, nem três nem todos juntos.
          O pai disse-lhes então:
          - Meus filhos, o mais pequenino de vós partiu sem lhe custar nada os vimes, enquanto os partiu um por um; e o mais velho de vós não pôde parti-los todos juntos: nem vós, todos juntos, fostes capazes de partir o feixe.
Pois bem, lembrai-vos disto e do que vos vou dizer: enquanto vós todos estiverdes unidos, como irmãos que sois, ninguém zombará de vós, nem vos fará mal, ou vencerá.
Mas logo que vos separeis, ou reine entre vós a desunião, facilmente sereis vencidos.
          Acabou de dizer isto e morreu - e os filhos foram muito felizes, porque viveram sempre em boa irmandade ajudando-se sempre uns aos outros; e como não houve forças que os desunissem, também nunca houve forças que os vencessem".
Fim de citação

De: José Verdasca  - D  E  L  A  Ç  Ã  O
 
A  Nação,  perplexa  e  insegura
Revoltada, sem rumo louca e cega
Condena  a  delação, e  a  renega
Com firme decisão, e alma pura
 
É  hora  de  virada,  de  mudança
De reflectir e fincar os pé no chão
De olhar cada homem como irmão
De  restabelecer  a  confiança
 
Só o carácter constrói uma NAÇÃO
Onde,  um  povo  unido  e  solidário
Repudie  de  uma  vez  a  DELAÇÃO
 
Pois, seguindo no rumo contrário:
O condenável caminho da traição
Até  o  irmão  será  adversário
 
Nota do Autor: Que as chefias meditem nestas heresias. Bom fim de semana.  JVerdasca

 
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 22/06/2017
Alterado em 22/06/2017

Música: Guitarradas Á Portuguesa - Desconhecido

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