A eternidade de cada texto ou até um livro, é a sequente futura ação do escritor que abriu o cenário com apenas uma letra. (Silvino Potêncio)
Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
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... Inimigos!... Quem os não tem?!
        



... Inimigos !... quem os não tem?!   (Poema  #008)
 
Inimigos do belo som romanesco...
Reais de habilidade e corpo pujante,
Cavalos de força com vida errante.
Prazeres da sombra de um cedro fresco...
Plantado na carne por um raio de sol,
Chegado do cosmos p’ro mundo do atol.
A fome e a peste se abatem...
Dos tempos de guerras que outrora,
A muitos deram louros e glória.
Mas...
Deixaram raízes que nascem...
Fazendo miséria nos povos de agora,
Infelizes sem lar pela noite fora.
Errantes sem sombra da humanidade...
Escravos de pais ou de seres incautos,
Animais de fé,...
Sem raça,  nem idade!
Criadores de amor e de banquetes lautos!
Fingidores de alegrias em brados altos...
         Amam em silêncio,sem sobressaltos!..
 
(IN: “EU, O PENSAMENTO, A RIMA”!...)
Autor ; Silvino Dos Santos Potêncio – Emigrante Transmontano em Natal/Brasil.

 
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 08/11/2017
Alterado em 08/11/2017

Música: António Parreira Balada da Saudade - Desconhecido

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