A honestidade do homem público se reflete mais nos actos e muito menos nos factos que, tantas vezes são adulterados pela mão dos que dela se aproveitam.(Silvino Potêncio)
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Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
Textos


Fui Pastor em Trás Os Montes!...


Ainda sobre o IV Congresso da Casa de Tras Os Montes e Alto Douro em Lisboa eu recebi noticias de lá que (modéstia à parte) me trazem uma grande alegria, como Transmontano e sobretudo como Autor participante da «Antologia de Autores de Trás-os-Montes e Alto Douro e da Beira Trasmontana» - Um Excelente trabalho e valiosa contribuição à Lusofonia - coordenada pelo Conterrâneo e Amigo Dr Armando Palavras.
Assim deixo-vos aqui a Carta recebida hoje:
CARTA DO DR JORGE LAGE – 31.05.2018

Caro Amigo, Bom dia!

É para lhe dizer, com grande orgulho, que o seu texto da «Antologia de Autores de Trás-os-Montes e Alto Douro e da Beira Trasmontana», foi um dos excertos escolhidos que foram lidos por um grupo de pessoas na apresentação feita pelo Senhor Coronel/Engenheiro Jorge Golias, com criatividade e no 1.º dia do IV Congresso trasmontano e alto-duriense (25 de Maio).
A Direcção da Casa Regional e o Coordenador da Antologia estão a trabalhar para que a Antologia seja apresentada em todos os Municípios abrangidos pela Antologia.
Abraço de consideração e estima,
O colaborador,
Jorge Lage

 
Cópia do poema/texto lido na abertura do Congresso:
 
Fui Pastor em Tràs Os Montes...

No azul do céu da minha Terra, 
Eu viajei e me perdi lá longe no espaço.
Levei para o infinito as lembranças da guerra,
E voltei para cá, com os versos que eu faço!
 
Subi Montes e desci Vales,...
Era eu ali ainda uma criança,
Senti as dores de tantos males,
Que eu guardei como lembrança!
 
Não tenho rancor nem nostalgia,...
Que me cure esta grande paixão,
De voltar à Terra onde um dia,
Eu fundeei a raiz do meu coração!
 
Lancei ancora em mar de montanhas,
Fragosas são as pedras do meu caminho,
Como doces são as tuas castanhas,
Cozidas, assadas... ou com rosmaninho!
 
Naquele longíquo magusto da Eira,
O Meu Pai traçou a parte do meu Destino.
Vai-te embora!... aqui não podes ganhar a “jeira”!
Por troca de um simples copo de vinho!
 
Deixa ficar os cordeiros lá no Lameiro,
- Porque alguém os há-de guardar...
Tenta a tua sorte no Estrangeiro,
O teu destino, meu Filho... é Emigrar!...
 
Autor: Silvino Dos Santos Potêncio
Emigrante Transmontano em Natal/Brasil – desde 1979
 
Nota: Poema Inédito enviado ao Amigo Armando Palavras, o qual se destina à “Antologia de Autores Transmontanos e Beira Transmontana” lançada em 25 de Maio de 2018 na Casa de Tràs-Os-Montes de Lisboa.
Na abertura foi lido pelo Excelso Amigo e Conterrâneo Coronel/Engenheiro Jorge Golias.

Muito Obrigado!... e recebam todos os Amigos e Conterrâneos um Forte e Fraterno Abraço.
Silvino Dos Santos Potêncio
- Emigrante Transmontano em Natal/Brasil



 
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 31/05/2018
Alterado em 12/09/2018
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