A honestidade do homem público se reflete mais nos actos e muito menos nos factos que, tantas vezes são adulterados pela mão dos que dela se aproveitam.(Silvino Potêncio)
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Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
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De: Silvino Potêncio  > Uma Crônica em Homenagem aos Amigos Editores da Revista  “LOGOS” pela passagem do seu Terceiro Aniversário, com os meus Parabéns a todos(as) que assim contribuimos para o engrandecimento da Lingua de todos nós.
Tudo pela Lusofonia, nada contra a Humanidade (Joaquim Evônio)
Ola Amigos Carmo Vasconcelos e Henrique Lacerda,
 
Antes de tudo votos de muita saúde e uns "troycados" pra gastos!
Como sempre eu ando aqui às voltas com as minhas tentativas de sobreviver no Emigrantado mas "ná ta nada fácil cumpáde!"
... Eu escrevi umas firulas poéticas uns anos atrás para arremedar alguns nomes da Praça e da Feira da Ladra “Al Facínora” instalada há mais de 40 anos no Burgo Luz & Tano mas, honestamente ... com tanta decepção eu perdi a inspiração, a respiração e espero que a expiração demore mais um pouco!... entretanto vou reescrever aqui no anexo alguns desses verbetes e depois Vocês analisam, está bem?
 
O Fado do CCCP  
(Glosa ao Fado Canção “O Cacilheiro” do Inolvidável José Viana escrita por: Silvêncio Retornado)
 
Quando eu era rapazote,
Eu emigrei lá do Norte,
P’ra esta “Lisbia” tão Garrida!
- E logo que aqui “xiguei”,
- por ela me apaixonei...
P’ró resto da minha vida.
 
Sou emigrante...
Do Portugal tão distante,
Pequeno berço do “pobo”...
E então ao emigrar,
-na estranja eu fui parar!!!
- E logo que lá “xiguei”,  retornado me formei,
P’ra nunca mais lá voltar.
 
Às vezes numa pessoa,
Quando ela chega a Lisboa
E entra p’ra emigração!...
- Perde logo a esperança,
- E para encher a pança,
Faz do Fado uma Canção.
 
Certo dia na Estação,
Comecei eu esta lição...
De amor a Portugal!
- Ali em Santa Apolônia,
Eu disse a Deus, vou p’ra Colônia,
P’ra crescer e ser normal.
 
(estribilho)
Sou emigrante...
do Portugal tão distante,
Pequeno berço do “pobo”...
E então ao emigrar, na estranja eu fui parar!!!
Desde cedo muito “nobo”.
- E logo que lá “xiguei”, retornado me formei...
P’ra nunca mais lá voltar.
 
Todos moram numa terra,
Seja em paz ou seja em guerra,
Que chamam de “santa terrinha”...
- Eu moro na emigração, que me deu esta Nação,
Tanto é tua como é minha.
 
( outro estribilho de volta)
Sou emigrante...do Portugal tão distante,
Pequeno berço do “pobo”...
E então ao emigrar, na estranja eu fui parar!!!
Desde cedo... muito “nobo”,
“RETORNADO” eu voltei... a este Portugal de “nobo”!...
 
(in: ”Poesias soltas” Glosa de Silvino Potêncio)


              Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano, Retornado em 1975 

 
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 22/07/2018
Alterado em 09/10/2018

Música: O Cacilheiro - Eugenia Lima

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