A honestidade do homem público se reflete mais nos actos e muito menos nos factos que, tantas vezes são adulterados pela mão dos que dela se aproveitam.(Silvino Potêncio)
CapaCapa
TextosTextos
ÁudiosÁudios
E-booksE-books
FotosFotos
PerfilPerfil
Livros à VendaLivros à Venda
Livro de VisitasLivro de Visitas
ContatoContato
LinksLinks
Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
Textos



Dos tempos que eu não tinha dono!.
 
Ali,... na Póvoa de Santo Adrião, 
- à entrada p'ra Odivelas.
Parei na berma da estrada,
- e encontrei o Senhor Roubado! 
De Carriche eu subi a Calçada,
- que me lembrava a Aldeia de Caravelas.
A Rosélia mora lá, em endereço não encontrado. 
 
***** 
Qual "malhoa" ali pintado,
- Era igual aos quadros das "alminhas",
   Da minha terra eu ali vi!
...Era o Nosso Senhor Roubado
- a guardar o nosso sono.
 
Dos tempos que eu não tinha dono!
Eu ali vi tantas "Alminhas"
Noite e dia e já lá vão tantos anos!,...
- tantos como estas saudades minhas.  
 
*****
Parido da ilusão,
- de ali ver o Senhor Roubado,
Que está lá dependurado.
Na Cruz, da Póvoa de Santo Adrião.
E assim eu ali renasci,  
Dos tempos que eu não tinha dono!

Mas que agora me roubam o sono.
 
*****
Deixem-me estar!,
... aqui tão bem sossegado.
Na valeta estou eu dependurado.
- Por isso eu não quero mais não!

Da rima já estou divorciado!...
- E deste poema enjeitado eu me sinto,  
Tal como o Senhor Roubado,
​Que Está lá na Póvoa de Santo Adrião!
 
*****  
Qual "malhoa" ali pintado,
- igual aos quadros das "Alminhas",
Da minha terra eu O vi ali!, 
O Nosso Senhor Roubado,
Ali está a guardar o nosso sono. 
 
Noite e dia e já lá vão anos!,...
- tantos como estas saudades minhas!
    Dos tempos que eu não tinha dono!
 
*****
Parido da ilusão,... de ver ali o Senhor Roubado,
Que está lá dependurado,
Na Cruz da Póvoa de Santo Adrião,
Eu renasci dos tempos que eu não tinha dono!
Mas que agora me roubam o sono.
 
******
Digo e repito:
Deixem-me estar!, ... aqui tão bem sossegado.

Na valeta estou eu dependurado.
- Por isso eu não quero mais não!

Da “rima” eu já estou divorciado!...
- E deste poema enjeitado eu me sinto,  
Tal qual como o Senhor Roubado,
Que está lá na Póvoa de Santo Adrião!

Deixem-me estar!,... aqui tão bem sossegado.
Na valeta dependurado pois eu,
- Eu, Eu Não quero mais não!...
Eu não quero ver o Senhor Roubado.
Da rima eu já estou divorciado...
E do poema eu já estou enjeitado, 

Pois eu já me sinto como o Senhor Roubado
Da cruz,... daquela da  Póvoa de Santo Adrião!
 
(in: “Poesias Soltas” ! De:- Silvino Potêncio )
Original Publicado em > www.silvinopotencio.net
 
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 12/08/2018

Música: LAMBADA - LLORANDO SE FUE - Accordion Music Acordeon Accordeon Akkordeon Akordeon - Desconhecido

Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.


Comentários