A honestidade do homem público se reflete mais nos actos e muito menos nos factos que, tantas vezes são adulterados pela mão dos que dela se aproveitam.(Silvino Potêncio)
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Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
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Nestes tempos de conturbadas ideologias, falsa moralidade pública e, sobretudo o comportamento humano de cada um de nós, fica difícil distinguir ou separar o "trigo do joio" todavia, vez por outra surgem vozes na multidão que vale a pena ouvir... dão para pensar e reflectir.
Eu destaco aqui esta "Carta" que me acaba de chegar pelo correio eletrônico ... ai que saudades do tempo já tão distante quando tinha que beijar o meu Avô dos Colmeais (Aldeia no Alto da Serra de Bornes) porque o meu Avô de Caravelas eu não cheguei a conhecer... mas gostaria muito!!!
Mas... vamos ler esta Carta de um Aluno a um Professor! Ela fala por si só!  
(início de citação):
Jovem escreve carta aberta ao professor que disse que “obrigar a beijar avós é violência”
 
Gaspar Macedo, um jovem português, decidiu escrever uma carta aberta a Daniel Cardoso, o professor universitário que afirmou no programa “Prós e Contras” da RTP que “obrigar uma criança a dar um beijinho aos avós pode ser considerado violência”.
As palavras de Gaspar Macedo ficaram entretanto virais nas redes sociais.
“Carta aberta a um herói.
Caro Daniel Cardoso. Foi o professor universitário que defendeu no passado dia, no programa “Prós e Contras”, que “obrigar uma criança a dar um beijo aos avós é uma violência” e que por isso muitos dos jovens tornam-se violentos no namoro e na vida em geral.
Escrevo esta carta porque tenho orgulho de ter beijado os meus avós e que embora o tenha sempre feito, nunca fui violento ou ultrapassei os limites de outra pessoa.
Ainda bem que os meus pais me obrigaram sempre a dar um beijo aos meus avós ou me “coagiram” a dar “bom dia” a quem conheço. Ainda bem que os meus pais me puniram quando fui mal-educado porque é a eles que devo aquilo que sou ou posso um dia vir a ser. Não devo nada à escola pública ou ao Estado porque até esses foram sustentados pelos meus pais.
No fundo a sua intenção é reforçar a ideia que os “progressistas” tentam implantar na sociedade: que os pais devem ter cada vez menos poder na criação dos seus filhos. Não tenho medo de defender que são os pais que devem educar os próprios filhos e não um professor universitário com tendências sadomasoquistas que participou num programa qualquer de televisão.
É um herói para aqueles que se intitulam de “progressistas” mas que no fundo defendem apenas a desconstrução da sociedade.
É um herói para aqueles que vivem da vitimização. Num vídeo que publicou recentemente fez-se passar por vítima de uma qualquer “conspiração patriarcal” apenas porque dois médicos lhe perguntaram se tinha a certeza que queria realizar uma vasectomia. Acusou subliminar esses mesmos médicos de preconceituosos, apenas por se preocuparem com as decisões dos seus pacientes.
É um herói para aqueles que vivem do ódio. O mesmo ódio que se disfarçava de compensação e alimenta discursos como o de uma cronista do movimento “Capazes” que defendeu a “suspensão imediata de voto do homem branco”.
É um herói para aqueles que aclamam ministros por serem homossexuais quando o que apenas importa são as competências.
É um herói para aqueles que acham normal crianças de nove anos serem questionadas, num inquérito que circula pelas salas de aula, sobre o género com que se identificam ou se sentem atraídos.
Miúdos de nove anos não precisam de se preocupar com sexualidade. Miúdos de nove anos devem brincar e aproveitar a inocência limitada pela infância. Não precisam de se preocupar sobre se se identificam como homem, mulher ou “outros”. Não precisam de se preocupar sobre se gostam de rapazes ou de raparigas.
Portugal é um dos países que mais desrespeita o papel da paternidade. Os alunos portugueses passam praticamente mais 400 horas por ano numa sala de aula em relação à média da OCDE. As regalias para quem tem filhos são mínimas. Vivemos num país onde a criação de um jovem é feita cada vez mais na escola, enquanto o nosso sistema de ensino prova ser cada vez menos eficiente.
Talvez por isso, a crescente ausência dos pais leve os jovens a lidarem precocemente com álcool e drogas. Talvez por isso um homem qualquer que nunca foi pai possa atacar na televisão esse mesmo papel. Esse homem pode até ser professor, mas um professor ensina enquanto um pai educa.
Por isso, enquanto o senhor pertence ao “grupo de heróis” que ataca e corrói o valor mais importante da sociedade – o valor da paternidade – eu não tenho vergonha de pertencer ao grupo que beijou a avó quando o pai mandou e que por isso aprendeu a amá-la sempre que possível.
Tenho dito.”
Um texto de Gaspar Macedo
(fim de citação)
 
Subscrevo inteiramente o texto acima e agradeço ao Amigo e Conterrâneo Escritor Jorge Lage que ma encaminhou com pedido de divulgação. Se cada um de nós fizer a sua parte, com certeza a humanidade será mais humana algum dia!
Até porque eu tenho por pensamento: ninguém chega a lugar nenhum sem saber de onde vem!
Silvino Dos Santos Potêncio
Emigrante Tansmontano em Natal/Brasil
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 13/11/2018
Alterado em 13/11/2018
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