Corrigir os nossos erros do passado, é meio caminho andado para o sucesso de cada nova obra em construção. (Silvino Dos Santos Potêncio)
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Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
Textos




Nas plantações de Café!...
Eu Trabalhei de sol a sol.
Plantar, Colher, Secar e até...
Torrar, Moer e  Beber,
Bem devagarinho, cada Gole!
Eu tinha apenas uns 15 anos,
Quando eu cheguei à Roça.
Conheci gente nova,  só de panos...
Se cobriam das partes aonde coça,
A vontade de amar de sol a sol! 
 
Café Verde da cor da esperança,
Que sai detrás das folhas e das flores,
Aparecem grãos pequenos em abundância,
Que depois ficam vermelhos com odores...
 E nos convida a sonhar de sol a sol.
No Terreiro ele se espalha,
Ali deitado e rodado noite e dia,
Até chegar ao ponto da mistura
Em segredo natural da sede pura,
O Café me faz sentir...
Esta lembrança que há muito eu não sentia!... 



Café (de Cevada) Soldadinhos de Chumbo e Dickie Toys!...

Recentemente eu recebi esta foto via internet a qual não tem autor, e tão pouco eu não sei quem ma enviou, porém o tema tem muito a ver com a minha história literária e também um pouco com a minha própria história de vida Emigrante - Eu comecei a tomar café (de cevada) ainda criança porque a Minha Mãe comprava os pacotes na Mercearia em Mirandela, e como traziam dentro aqueles brindes do tipo "soldadinhos de chumbo" e "dickie toys" quanto mais depressa se acabava o café, mais depressa ela trazia outro pacote... pena é que ela só ia a Mirandela uma vez por mês e às vezes nem isso!
O resto desta história está no meu Livro Auto Biográfico "Curriças de Caravelas - Trovas Comentadas"...

Durante os quase 11 anos vividos intensamente em Angola, eu fiquei ligado ao Café desde o primeiro dia que desembarquei em Luanda até ao último dia que fui forçado a partir. Restam-me estas lembranças imaginadas tantas vezes nas mesas do Café Bahia, na Marginal de Luanda no início dos anos "70" do século XX.

 
Ah, ah… o Século Vinte! O Século do “vin-te” buscar para irmos para o meio de coisíssima nenhuma,  que é tudo quanto nos resta na hora de dizer Adeus…

Autor: Silvino Dos Santos Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal/Brasil

 
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 02/04/2019
Alterado em 04/04/2019
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