A cultura de um POVO não pode, não deve NUNCA, se submeter a ideologias politicas ou partidárias muito menos financeiras ou económicas pois que; inspiração ou intelecto não se compra nem se se vende! É como o amor, já vem do berço!... (Silvino Potêncio)
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Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
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Prólogo:
A minha publicação desta lenda me ocorreu com base em um evento deveras interessante para o destino do POVO PORTUGUÊS alguns anos atrás. Como a maioria dos eleitores (da minoria que vai na "conversa xuxialista") ainda devem estar lembrados,  o Candidato à presidência da Répública encontrava-se em campanha na cidade de Barcelos quando um dos Ex Combatentes da Guerra do Ultramar se aproximou e lhe deu uma bengalada na cabeça.
Por sorte, o candidato ficou apenas com um "galo" na cabeça e daí surgiram críticas contra e a favor. Eu por mim e por muitos da minha opinião, quase dois milhões de Portugueses "retornados a Portugal"  durante os anos de 1974 e 1975 e seguintes,  fui contra e a favor!  Fui contra porque a bengalada não atingiu o alvo certo, e por isso eu critiquei, só se perderam as que não foram dadas.  Fui a favor porque um cidadão pode ser Traidor à Pátria, Traidor aos Amigos, Traidor a si próprio quando muda de opinião e chamar a todos os outros de "burros" isso é previsível, porém declarar que os Brancos de Angola seriam atirados no mar aos Tubarões!... isso deveria ter sido feito a justiça do "galo" de Barcelos  e mandar o dito cujo, não para os TUBARÕES  mas sim para o Tribunal de Haia em vez de o entronizarem pelo muito que roubou do POVO PORTUGUÊS durante os seus actos políticos e das sementes perniciosas que germinam há mais de 45 anos nesta terra. 



              Pelourinho nos Paços do Concelho - Barcelos
         
         

         
         
Museu Arqueológico dos Paços do Concelho

O Galo de Barcelos!

A lenda do Galo de Barcelos narra a intervenção milagrosa de um galo morto na prova da inocência de um homem erradamente acusado.
Está associada ao monumento que faz parte do espólio do Museu Arqueológico, situado no Paço dos Condes de Barcelos.
Um dia, os habitantes de Barcelos andavam alarmados com um crime, do qual ainda não se tinha descoberto o criminoso que o cometera.
- Certo dia, apareceu um galego que se tornou suspeito.  As autoridades resolveram prendê-lo, apesar dos seus juramentos de inocência, que estava apenas de passagem em peregrinação a Santiago de Compostela, em cumprimento duma promessa.
Condenado à forca, então o homem pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. - Concedida esta autorização, levaram-no à residência do magistrado, que nesse momento se banqueteava com alguns amigos.
O galego voltou a afirmar a sua inocência e, perante a incredulidade dos presentes, apontou para um galo assado que estava sobre a mesa e exclamou:
- É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem!
O juiz empurrou o prato para o lado e ignorou o apelo, mas quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se na mesa e cantou.
Compreendendo o seu erro, o juiz correu para a forca e descobriu que o Galego se salvara graças a um nó mal feito. O homem foi imediatamente solto e mandado em paz.
Alguns anos mais tarde, o galego teria voltado a Barcelos para esculpir o Monumento do Senhor do Galo em louvor à Virgem Santa Maria Maior e a Santiago de Compostela, em agradecimento por ter sido salvo da Forca. E este monumento ainda se encontra no Museu Arqueológico de Barcelos. 


 
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 27/06/2019
Alterado em 28/10/2019
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