A eternidade de cada texto ou até um livro, é a sequente futura ação do escritor que abriu o cenário com apenas uma letra. Por isso vos digo que a minha vida era um Livro aberto com as folhas soltas ao vento. De súbito, e não mais que de repente, aos 25 anos de idade, veio um tufão chamado Descolonização!... (Silvino Dos Santos Potêncio)
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Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
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Alerta de opinião aos intelectuais Lusitanos dos nossos dias!

 
- Agostinho da Silva!... um Poeta e Filósofo, Escritor Ensaísta, falecido em 1994 costumava dizer que o problema dos intelectuais Portugueses é a falta de comunicação com o POVO.
 - Triste conclusão com a qual eu concordo plenamente em género número e grau. E,  mais triste ainda é nós constatarmos que este mesmo pensamento agora se alastrou à classe política do pós Abril de 1974 gravado a ferro e fogo na pele do nosso Povo.
A classe política que no fundo, no fundo não tem “classe” nenhuma,  que segue e soma na destruição do patrimônio mais importante de qualquer Nação (aqui se inclui a Tradição Secular, a Educação e o respeito aos pilares  da nossa sociedade "Deus, Pátria e Familia")  Actualmente a forma de governar e administrar a cultura, a ideologia patriótica e sobretudo o nacionalismo que nasce connosco no momento exacto em que vemos o sol pela primeira vez na vida, peca pela incompetência, pelo desleixo e sobretudo pela ganância. Não importam os meios para atingir os fins; subir ao poleiro e enriquecer a qualquer custo, até mesmo assaltar bancos, desviar dinheiros públicos... vale tudo, menos prestar contas ao Povo que lhes segue e os sustenta que nem "burros a pão de ló" nababescamente desde Abril Mil Mentiras Mil.  

O Governo não se comunica, não presta contas, não justifica erros, não atrai investidores e manda o POVO para a Emigração em massa!
Desta forma gera-se um triunvirato agora apelidado adrede por “geringonça”; Bandidos, Banqueiros e Bani FESTANTES é tudo o que nos resta concretamente depois de mais de 900 anos de história como Nação.  

Todos gritam e dizem isto é uma DEMO + CRACIA... mas na realidade do dia-a-dia o que se propaga na prática do discurso político existe a soberba de subir ao palanque de cada campanha é  "quem manda aqui sou eu!
Dessa dicotomia resta um verdade inexorável e tristemente dramática a cada nova campanha. No fundo, no fundo eles só falam com Bandidos, Banqueiros e Bani FESTANTES; onde Bandido é aquele que com uma canetada mal dada gasta o dinheiro do povo e não lhes dá nada em troca. ( o caso mais recente é o absurdo das golas incendiárias para combater incêndios pré programados pelo nepotismo desgraçadamente enraizado nessa mesma “geringonça”.  Banqueiro é o "pombo correio" que carrega fortunas para os paraísos fiscais onde a riqueza do país some sem deixar traços ou rastro! Bani FESTANTES somos todos nós Emigrantes e Imigrantes que mandamos para lá as poupanças (aqueles que a teem!) e só se vai á FESTA EM PORTUGAL para regularizar impostos das finanças e lamentar por mais um ano na ESTRANJA a levar pontapés de quem lhes paga o ordenado!
O pior de tudo que o Emigrante (do POVO) sofre é o uso da lei do USO CAPIÃO. Afinal nada mais é do que o uso da lei que autoriza o roubo daquilo que a outros pertence de facto e de direito… mas o provérbio já antigo diz-nos: quem vai ao mar, perde o lugar. Emigrante (FESTANTE) que fica ausente muito tempo quando volta nem mais povo é! -  50 anos atrás ao visitar a Minha Irmã em França perguntei-lhe; “aatãon que bida é a tua?” E ela simplesmente me respondeu; “bibemos cumós ciganos”, nem temos casa lá nem cá!
No meu livro Molduras em Pensamento... ou Pensamentos Emoldurados (deve chegar às livrarias em breve!) eu digo "nem todo o Filósofo é Poeta, porém com toda a certeza, todo o Poeta é um Filósofo nato"!
Silvino Dos Santos Potêncio
Emigrante Transmontano em Natal/Brasil (desde 1979)
 
Silvino Potêncio
Enviado por Silvino Potêncio em 05/08/2019
Alterado em 04/12/2019
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