A eternidade de cada texto ou até um livro, é a sequente futura ação do escritor que abriu o cenário com apenas uma letra. Por isso vos digo que a minha vida era um Livro aberto com as folhas soltas ao vento. De súbito, e não mais que de repente, aos 25 anos de idade, veio um tufão chamado Descolonização!... (Silvino Dos Santos Potêncio)
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Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal
Escrevemos hoje as nossas alegrias para aliviar as dores de um passado já distante!(SilvinoPotêncio)
           

Caros Amigos Visitantes e Leitores, em especial os meus Conterrâneos!  Sejam todos benvindos à minha página literária do RL (Recanto das Letras).
- Vale lembrar aqui o provérbio popular que diz;  
"Se o tempo é ouro, eu vos agradeço por dividirem o vosso aqui comigo!"
 A maioria dos meus Leitores, e muitos dos meus Conterrâneos, pouco ou nada sabem sobre mim, pois já estou na Emigração desde os meus 13 anos de idade quando saí da Aldeia de Caravelas pela primeira vez, lá pelos idos de 1962. Talvez por isso eu divulgo aqui nesta Minha Página Literária, alguns dos meus escritos que, de alguma forma podem ser considerados como auto-biográficos. São textos  que dizem respeito às minhas origens Transmontanas. E alguns deles já estão publicados em livros da minha Autoria, mas a maioria ainda vem a caminho.  Desde já, bem hajam todos pela leitura... E eu espero que gostem!

UM POEMA DE “Fique São”!
 É uma sim,outra não!
 - As batidas do meu coração.
Batem leve, suavemente!
Como a Alma que já desce de mansinho,
Será neve?, Será gente?!
Ou é apenas granizo a cair devagarinho!?
 - A neve não é certamente,
Porque ela não bate assim!
Só pode ser certa gente,
Que não gosta do meu Jardim.
Batem leve, suavemente!
Na janela do quintal,
É cá em casa, e no vizinho!
Será algum animal?
Mas com tanto amor e carinho?!
- A gente não é certamente,
Porque aqui neste Portugal,
Ela já está  tão dormente.
Pois  já padeceu tanto mal. 
- Batem leve, levemente,
E tão suavemente em retirada,
A caminho da ida para a emigração.
Batem a porta na cara,
Para quem ama esta nação!
Batem muito em retirada,
E depois da batalha perdida,
A Bandeira desfraldada ( mas tão triste!)
Estão todos quase sem vida!

(in: POESIAS SOLTAS De: Silvino Potêncio) 

      
A genialidade é inimiga directa da publicidade, e prima carnal da vaidade esvoaçante do ser humano que não pensa!, aquele que apenas vive exdruxulamente ao sabor da corrente que o leva em direcção ao nada do infinito terreno! ******** Aprender a viver não é esperar a tempestade passar e sim aprender a dançar na chuva!. ********* Aquilo que ontem era uma utopia, amanhã, por certo, será uma realidade, ainda que virtual. ******** Cada Poeta é um MUNDO, cada Leitor um visitante. A nossa passagem pela vida é apenas uma fase mutante! ******* Nenhuma alteração no comportamento humano é fácil; alimentar, educar, disciplinar, administrar, orientar, governar e convencer, nada!, nada no ser humano se muda da noite p'ro dia! Autor: Silvino Dos Santos Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal/Brasil